Vamos Brincar? / Artigo

"Vamos Brincar?" / Arte Digital
Cristina Meirose




Vamos Brincar?

Você brinca com os seus filhos? Corre, pula, rola, dá bons sorrisos e gargalhadas? Brinca de pega-pega, esconde-esconde, ou outra brincadeira que costumava brincar quando pequeno(a)? 

As brincadeiras são importantes na rotina de uma família. Se você estiver disposto, escolha um momento em meio à sua rotina diária (ou semanal...) para verdadeiramente brincar com os seus filhos e sua família. Isso faz um bem danado à alma, aproxima e aconchega. 

Brincando você sorri, você se movimenta, troca olhares e toques. Brincando todos se tornam um, em um momento que é de cada um para todos. 

Falo em brincar não somente com seus filhos pequenos, mas também com os mais crescidos e também com os bem crescidos. Porque não?! 

Não existe nenhuma contra indicação e faz muito bem à alma. Ninguém está muito velho para isso! Muitas famílias tem o costume de se divertir brincando. Outras, principalmente depois que os filhos cresceram, esqueceram o que é isso. 

Pode até parecer ser difícil recomeçar, mas comece você. Se você não está mais acostumado(a) com isso, se dê uma chance. Chegue em casa do trabalho, ou acorde pela manhã de um jeito diferente. Faça uma guerra de travesseiros ou aposte algo com seus filhos. 
Uma bola no cesto, quem acerta primeiro a mamãe ou o papai com uma bolinha de papel, etc. Invente!!! 

O momento será de união, sorrisos e felicidade. Aproveite para abraçar, beijar. Inclua isso na rotina da família. Será muito bom para todos! Não é bagunça. É um tratamento para trazer harmonia ao lar. 

Pode apostar que depois de poucas doses você se sentirá bem melhor!!! Bom, e se a vida até agora nunca lhe deu a oportunidade de experimentar isso, então se dê uma chance. Nunca é tarde, será muito bom finalmente começar! 

 Com carinho, 
Cristina Meirose


Este texto faz parte de um blog, "Pais 24 horas" que iniciei em 2010 e que não foi mais atualizado. Nele falo sobre coisas que deram certo na educação de meus filhos e certezas que fui construindo na minha caminhada como mãe. Filhos, pequenos ou grandes, devem sempre ser educados com amor. Um filho que, desde bebezinho, recebe carinho e atenção retribuirá carinho e atenção. Filhos tratados com descaso, desatenção ou impaciência, muito provavelmente, tratarão da mesma forma os pais ou os adultos que participam ativamente de sua educação. Filhos que abraçam e conversam provavelmente tem pais ou outros adultos educadores que agem da mesma forma. Crianças que gritam e agridem provavelmente aprenderam com outras pessoas que é gritando e agredindo que se consegue aquilo que se quer. As crianças ou jovens repetem, de alguma forma ou de outra, as ações e os exemplos dados pelos adultos. 

Cristina Meirose